Mês: maio 2022

5 atrações naturais em Cachoeiro de Itapemirim

Cachoeiro de Itapemirim é um município localizado no Espírito Santo e oferece tanto atrações naturais, quanto urbanas. Se você está em busca de novas aventuras ao ar livre, confira esses 5 destinos naturais que separamos para você:

Pico do Itabira 

O Pico do Itabira, também conhecido como Pedra do Itabira, é um relevo montanhoso com o formato semelhante a um dedo indicador voltado para o céu. Por conta da sua altura, é comum ver o pico em diversas fotos da cidade como plano de fundo.  A Pedra faz parte do monumento natural do Itabira e conta com 700m de altitude, atraindo muitos praticantes de trekking, mountain-bike e alpinismo. 

Pedra do Frade e Freira

Essa pedra é uma formação rochosa de 683m de altitude e recebe esse nome por conter dois picos que lembram as formas de um frade e uma freira. É um ótimo destino para quem está pronto para caminhar e que deseja contemplar uma vista única e privilegiada!  Grande parte da aventura é conduzida por uma trilha tranquila e fácil de ser percorrida, porém para alcançar até o máximo permitido é necessário escalar a partir de um certo ponto.

Pedra da Ema

Uma falha nunca foi tão perfeita como essa. A Pedra da Ema é muito conhecida por sua falha rochosa que quando somada com os raios de sol que batem nela à tarde, formam uma exata silhueta de uma Ema. Você pode visitá-la a pé, através de uma trilha guiada por profissionais.

Cachoeira Alta

Para os amantes de cachoeiras, não deixem de conhecer a Cachoeira Alta. Seu nome vem da sua grande altitude, que proporciona uma queda d’água de 100m, proporcionando um espetáculo natural. O poço conta com pouca profundidade, permitindo que adultos e crianças possam desfrutar de um bom banho. Para visitá-la, você deverá pagar uma pequena taxa, pois a cachoeira fica localizada em uma propriedade privada.

Morro do Caramba

No Morro do Caramba ficam localizadas as pedras do Caramba e do Índio. Lá você desfruta de uma vista 360º proporcionada por um mirante. É possível ver até o litoral!
O morro é mais voltado para quem gosta de uma aventura mais radical, pois exige bastante preparo físico na caminhada até a Pedra do Índio e para subir até o mirante é necessário a utilização de cordas em alguns pontos.
É recomendado que a visita seja acompanhada de profissionais.

Se você é um amante da natureza, inclua essas 5 belezas naturais na sua rota e venha contemplar essas paisagens incríveis!

Cachoeiro de Itapemirim: conheça a história!

História

Cachoeiro de Itapemirim é um município localizado no Espírito Santo e é considerado o 5º maior do estado.

Sua história inicia-se em 1812, quando o donatário da capitania do Estado, Francisco Alberto Rubim, encarregou-se de desenvolver o povoamento no estado. As terras aqui eram povoadas por indígenas puris e botocudos.

Como em muitas cidades brasileiras, seu povoamento iniciou-se às margens do rio Itapemirim, que inspirou seu nome. Com o tempo a colonização foi se expandindo e novos núcleos populacionais foram surgindo e com eles plantações de mandioca, bananeiras e cana-de-açúcar. As primeiras casas em Cachoeiro foram construídas em 1846, na altura do atual bairro de Baiminas. 
Passou-se o ciclo do ouro e em seguida veio o cana-de-açúcar e café, produtos bastante cultivados nas terras de Cachoeiro. A mão de obra, até então, era escrava. Em 1888 houve a abolição da escravatura e com isso a imigração de italianos e alemães se intensificou. Os imigrantes vieram com o propósito de ocupar o lugar dos escravos e formar colônias. Com o passar do tempo também desbravaram as terras. 

Nome

O nome Cachoeiro do Itapemirim teve uma motivação geográfica, devido aos cachoeiros ou às cachoeiras do rio Itapemirim, que corta a cidade. 

O nome foi passando por mudanças com o passar do tempo, mas sempre se referia às pequenas cachoeiras do Rio Itapemirim. Tem na história que foi em 1885 que o nome Cachoeiro de Itapemirim foi escrito por extenso. Alfredo Mário Pinto, registrou: “… Da Câmara Municipal dessas cidades recebemos, em 1884, a seguinte informação: A sede do município é a cidade do Cachoeiro de Itapemirim, que têm recente data, pois que a primeira casa construída foi no ano de 1846”.

Desde então a cidade vem evoluindo e ganhando os corações de seus moradores e visitantes.

Hoje Cachoeiro é uma cidade desenvolvida, que garante toda a infraestrutura para que as famílias cachoeirenses vivam com qualidade e prosperidade! Se você também se apaixonou por essa cidade e deseja construir seu futuro aqui, a Tófano pode te ajudar!

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Você sabe como calcular o IPTU?

O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) é um dos encargos que os brasileiros precisam se preocupar todo início de ano, mas muitos ainda possuem dúvidas sobre como ele é calculado. Com esse conhecimento, é possível até mesmo identificar algum valor indevido, por isso a importância de saber como ele é feito. Para entender mais sobre como calcular o IPTU e ainda o que é esse imposto, como ele é cobrado e como efetuar o pagamento, continue com a leitura.

O que é o IPTU?

Mas afinal de contas, o que é o IPTU? Esse imposto é da competência do município e é cobrado anualmente dos contribuintes que possuem propriedade urbana, sejam casas, prédios ou estabelecimentos comerciais. Os imóveis rurais também geram a sua parcela de contribuição, mas por meio do ITR (Imposto Territorial Rural).

Como o IPTU recai sobre a propriedade, o contribuinte deverá pagar pelo número de imóveis em seu nome, independentemente de quantos imóveis forem, mas cada um com seu valor específico. Se a propriedade for urbana, mas for apenas um terreno, sem construção, então o encargo a ser pago é o ITU (Imposto Territorial Urbano).

Uma observação bem importante que acaba passando despercebida é a de que o IPTU está permanentemente ligado ao imóvel, independente de eventuais transações de compra e venda. Ou seja, isso quer dizer que a cobrança é regular. Portanto, uma das atenções que se deve ter antes de adquirir um imóvel é a verificação dessa propriedade junto ao município, pois, se houver qualquer pendência, o atual proprietário deve ser responsabilizado.

Outro ponto de atenção é que o IPTU só pode ser cobrado se houver assistência de dois desses serviços públicos ao imóvel: calçamento, abastecimento de água, canalização de água pluvial, sistema de esgoto sanitário, rede de iluminação pública, posto de saúde ou escola primária.

Como é calculado o IPTU?

O IPTU é calculado com base no valor venal do imóvel, que é o preço da propriedade estabelecido pelo poder público. Sobre ele, é realizada a aplicação de alíquotas, descontos e acréscimos definidos pelos municípios. O imposto é reajustado anualmente, considerando-se a valorização do imóvel e da região ou eventual mudança da legislação municipal. Há um limite para esse aumento, a depender de cada cidade.

Cada município possui uma legislação própria que regulamenta a cobrança do encargo. Mas em praticamente todas as cidades do país, o IPTU é calculado com base no valor venal do imóvel, que é o preço da propriedade estabelecido pelo poder público. Além disso, cada município possui critérios de tipo do imóvel, tamanho do terreno, localização, área construída, entre outros, que influenciam no encargo. O imposto é reajustado anualmente, com base na valorização do imóvel e da região ou eventual mudança da legislação municipal. Há um limite para esse aumento, dependendo de cada município.

O que é o valor venal?

Para entender melhor como o cálculo do IPTU é feito, precisamos saber o que é o valor venal. Resumidamente, é uma estimativa do preço do m² da área específica onde está localizado cada imóvel realizada pelas prefeituras, com base nos preços praticados pelo mercado imobiliário local. Em geral, é aplicada a seguinte fórmula:

Valor venal = VR (valor unitário residencial) x a posição exata do imóvel na quadra x tipo de edificação do imóvel x tempo de vida do imóvel* x total da área (compreende o terreno em si e a área construída).

*desde a emissão do “habite-se”, reconstrução ou ocupação.

Vale destacar que cada município tem liberdade para adotar o método de cálculo que preferir. Então, pode haver algumas particularidades. Nesse caso, basta apenas você efetuar as alterações necessárias com a base.

Quem tem direito à isenção do IPTU?

Esse é outro item que cada cidade tem a sua peculiaridade, mas em muitos casos, beneficiários e pensionistas do INSS de baixa renda têm isenção que pode ser parcial ou total de acordo com a renda de cada um. O mesmo vale para organizações de incentivo ao esporte, instituições que exercem algum trabalho de caráter social e imóveis particulares cedidos ao poder público.

Como cada cidade tem suas especificações, antes de solicitar a isenção do IPTU, você precisa conhecer a legislação da sua cidade e verificar na prefeitura se terá o direito ao benefício.

Como é feito o pagamento do IPTU?

Você tem a opção de pagar o IPTU à vista no início do ano ou parcelado ao longo dele., o que vai depender do seu planejamento financeiro. Para estimular o pagamento à vista, muitas prefeituras oferecem descontos em parcela única, sendo indicado por especialistas como uma boa opção se você tiver o valor disponível.

Mas o pagamento parcelado do IPTU acaba sendo uma opção para a grande maioria das cidades brasileiras. Ele é feito em 12 parcelas e chega no endereço do imóvel no ano anterior ou no primeiro trimestre do ano, de modo que o contribuinte possa quitar o valor ao longo do ano.

Existe a possibilidade de negociar valores em atraso?

É importante regularizar a sua situação, pois em casos de inadimplência, além das multas e juros, também ocorre a inscrição no cadastro de Dívida Ativa (um cadastro feito pelo poder público para os contribuintes que estejam em débito), no Cadin municipal, instauração de processo de execução fiscal e, em últimos casos, a prefeitura pode entrar na Justiça para pedir a penhora ou até o leilão da propriedade para cobrir o pagamento do tributo.

Em caso de estar com parcelas em atraso, primeiramente, notifique a prefeitura para regularizar sua situação. Como as prefeituras costumam estimular o pagamento da dívida com descontos e opções de parcelamento, o ideal é tentar negociar a melhor forma de quitação da sua dívida.

Em caso de contrato locatício, quem paga o IPTU?

Talvez essa seja uma das principais dúvidas entre as partes de um contrato locatício. Em caso de aluguel do imóvel, a Lei do Inquilinato (nº. 8.245/91) estabelece que o pagamento do tributo pode ser acordado entre as partes no momento do contrato. Ele pode ser repassado ao inquilino como condomínio, porém a responsabilidade final é sempre do dono do imóvel.

Lembre-se de sempre ter as suas finanças organizadas, para não haver transtornos graves depois por questões de inadimplência, como o risco de perder o seu imóvel. Além de comprometer o bem-estar dos moradores da sua cidade, pois o dinheiro do IPTU é destinado em boa parte para a infraestrutura do município.

Gostou do nosso conteúdo? Acompanhe o nosso blog para ficar por dentro de mais assuntos sobre o mercado imobiliário. Ficou com alguma dúvida? Entre em contato para saber como podemos te ajudar.

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Conheça os tipos de financiamento imobiliário

Comprar um imóvel à vista pode não ser o ideal para muita gente, por isso, as pessoas recorrem ao financiamento imobiliário para realizar o sonho da casa própria. Se esse é o seu caso, é bom conhecer os tipos de financiamento imobiliário para que você saiba analisar as opções. É importante verificar todas as taxas, juros e condições, para determinar a melhor escolha para você.
Além disso, é bom ter em mente que o valor do imóvel, sua renda e o dinheiro que estiver disponível para investir no imóvel irão influenciar no momento da compra.

Embora o financiamento seja uma operação corriqueira, muita gente ainda não sabe como funciona nem os fatores que contribuem para a autorização ou não do seu crédito. Por isso, vamos explicar para você o que é um financiamento imobiliário e quais são os tipos. Confira!

O que é o financiamento imobiliário

O financiamento imobiliário é uma linha de crédito oferecida pelos bancos para ser usada para a aquisição de imóveis. O banco paga ao vendedor do imóvel a quantia que o comprador quer financiar. A partir de então, o comprador deve pagar o montante financiado ao banco. O valor do saldo devedor é dividido em parcelas, e o valor máximo das prestações é baseado na sua renda comprovada e não deve passar de 30% dela. O financiamento pode cobrir até 80% do valor total do imóvel e pode durar até 35 anos.

O valor financiado depende da renda do comprador, do tipo de imóvel, entre outros fatores. Além disso, os bancos determinam suas próprias taxas de juros, taxas administrativas e pacotes de serviços pelo empréstimo, mas costumam oferecer vantagens para competir entre si. Os valores de taxas também podem mudar dependendo do cenário econômico do país. As condições acima tornam bastante relevante a pesquisa pelas melhores condições de financiamento.

Documentos necessários para financiar

Você optou pelo financiamento e agora quer preparar os documentos necessários para iniciar o processo? Primeiramente, será preciso apresentar originais e cópias do RG e CPF, dos comprovantes de estado civil e de renda. Autônomos podem comprovar sua renda por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, recibo de trabalhos prestados, declaração do sindicato da categoria ou uma Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimento feita por contador.

Além disso, trabalhadores que não possuem conta em banco, devem preencher uma ficha de cadastro sob orientação do gerente, que irá informar em cada caso quais são os documentos necessários. Também é feita uma análise cadastral, que consiste na verificação de nome nos cadastros de inadimplentes e outras fontes de consulta a critério de cada instituição.

Após feito esse processo, a comprovação da renda do comprador irá indicar sua condição de pagamento das prestações, que, vale reforçar, não pode passar de 30% da renda familiar bruta. Não havendo problemas, a liberação de crédito é aprovada com um período de validade que varia de acordo com o banco. Depois disso, o banco, por meio de uma empresa, engenheiro ou arquiteto, realiza a avaliação do imóvel a ser financiado para confirmar o seu valor para elaborar um contrato e liberar o crédito.

Confira os tipos de financiamento imobiliário que você pode fazer:

Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

Criado e regulamentado pela Lei 4.380/64, o sistema rege a maioria dos financiamentos imobiliários que acontecem no país. Essa modalidade de financiamento foi desenvolvida pelo Governo Federal e é garantida pelos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).

Com isso, ficou mais fácil aprovar o financiamento para muitos brasileiros que antes não conseguiam financiar um imóvel. Conforme as características do SFH, no máximo 80% do valor total do imóvel será financiado, incluindo as despesas auxiliares.

Esse tipo de financiamento imobiliário determina as seguintes características:

  • Valor máximo do Custo Efetivo Total: não deve ser maior do que 12% ao ano;

  • Valor máximo do imóvel: não pode ser superior a R$ 1,5 milhão.

Para que seja possível contratar esse tipo de financiamento imobiliário, não pode haver outro em aberto. Além disso, é necessário ter o correspondente a 10% do valor total do imóvel para ser possível usar o FGTS como abatimento no valor do imóvel.

Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)

O Sistema Financeiro Imobiliário também é uma modalidade criada pelo Governo Federal, com o objetivo de suprir as demandas onde o Sistema Financeiro de Habitação não se encaixa. Sendo assim, ele é usado por investidores do setor imobiliário e para financiar imóveis com valores altos, sendo muito usado em grandes centros urbanos.

Como no SFI não há pré-condições e bancos e clientes estão livres para negociar, as pessoas conseguem comprar casas ou apartamentos com mais flexibilidade, já que é possível definir os termos do contrato com o banco. Porém, não é possível utilizar o FGTS para ajudar a quitar o valor do imóvel, como no SFH.

Benefícios do financiamento imobiliário

Muitas pessoas ainda hesitam em optar pelo financiamento imobiliário com receio de se comprometer a longo prazo, mas, quando bem planejado, o processo é muito tranquilo e as condições facilitadas de pagamento são uma ótima solução para quem quer concretizar o sonho de adquirir um imóvel mas não tem caixa disponível para fazer um pagamento à vista.

Entre as vantagens estão a possibilidade de aquisição do imóvel em um curto espaço de tempo, sem precisar esperar juntar o valor total para a compra, o que pode levar anos. Além disso, você estará livre do aluguel e terá um imóvel todo seu, que te dará retorno financeiro caso queira vender ou alugar algum dia. É uma maneira de construir um patrimônio e garantir uma segurança financeira.

Agora que você já entendeu que o financiamento imobiliário pode ser uma boa opção para adquirir o seu imóvel, vale a pena considerar essa possibilidade. Lembre-se de analisar os pontos mencionados acima para escolher a linha de crédito mais vantajosa para você.

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